Montado no meu cavalo, viajo por um campo de girassóis, na velocidade do vento em busca da moça com quem ia me casar.
No fim do caminho, um velho farol onde o dragão faz a flor refém.
São três andares a serem superados:
O primeiro andar chama-se “Desejo”:
É a vontade de tê-la perto de mim, de sentir seu abraço, seu beijo, o calor do corpo, a cumplicidade do olhar. De mãos dadas assistir ao nascer do sol.
O segundo andar chama-se “Paixão”:
É o sentimento que me moveu até aqui. Este é o nível mais perigoso, nele habita o egoísmo, de ser o dono dos olhos dela, de ser o único motivador dos sorrisos dela, de esquecer tudo o que mais existe, se não nós dois. E ao entardecer, de mãos dadas, assistir ao por do sol.
O terceiro andar chama-se “Amor”:
É o sentimento mais nobre que existe, é quase um dom, é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de dar a vida por um amigo, de agir em prol da felicidade do outro mesmo que em sacrifício da própria, de conceder livre arbítrio para retribuir tal amor ou não e, ainda assim, continuar em silêncio amando, à espera de um dia ser correspondido. E ao cair da noite, de mãos dadas assistir ao show do cosmos.
Enfim chego ao topo do farol, um lugar chamado “Vazio”:
Ela não está aqui, não mais. É agora uma estrela compondo o corpo celeste das constelações.
Retiro meu elmo, uma última lágrima, então entrego meu corpo às chamas.
O universo é testemunha, a lua é a prova que carrega as marcas da minha história.
A lua minguante é o meu sorriso que se foi quando te perdi.
A lua nova é a minha fé que se renova, de que um dia tudo vai ficar bem.
Quarto crescente é o meu amor que só cresce em proporções infinitas.
A lua cheia é a minha vontade de ficar mais perto de você.
No fim do caminho, um velho farol onde o dragão faz a flor refém.
São três andares a serem superados:
O primeiro andar chama-se “Desejo”:
É a vontade de tê-la perto de mim, de sentir seu abraço, seu beijo, o calor do corpo, a cumplicidade do olhar. De mãos dadas assistir ao nascer do sol.
O segundo andar chama-se “Paixão”:
É o sentimento que me moveu até aqui. Este é o nível mais perigoso, nele habita o egoísmo, de ser o dono dos olhos dela, de ser o único motivador dos sorrisos dela, de esquecer tudo o que mais existe, se não nós dois. E ao entardecer, de mãos dadas, assistir ao por do sol.
O terceiro andar chama-se “Amor”:
É o sentimento mais nobre que existe, é quase um dom, é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de dar a vida por um amigo, de agir em prol da felicidade do outro mesmo que em sacrifício da própria, de conceder livre arbítrio para retribuir tal amor ou não e, ainda assim, continuar em silêncio amando, à espera de um dia ser correspondido. E ao cair da noite, de mãos dadas assistir ao show do cosmos.
Enfim chego ao topo do farol, um lugar chamado “Vazio”:
Ela não está aqui, não mais. É agora uma estrela compondo o corpo celeste das constelações.
Retiro meu elmo, uma última lágrima, então entrego meu corpo às chamas.
O universo é testemunha, a lua é a prova que carrega as marcas da minha história.
A lua minguante é o meu sorriso que se foi quando te perdi.
A lua nova é a minha fé que se renova, de que um dia tudo vai ficar bem.
Quarto crescente é o meu amor que só cresce em proporções infinitas.
A lua cheia é a minha vontade de ficar mais perto de você.
